Bélgica
A Bélgica (em neerlandês België, francês Belgique e alemão Belgien), oficialmente Reino da Bélgica, é um país situado na Europa ocidental. É membro fundador da União Europeia e hospeda sua sede, bem como as de outras grandes organizações internacionais, incluindo a OTAN.[3] A Bélgica tem uma área de 30.528 quilômetros quadrados e uma população de cerca de 10,7 milhões de habitantes.
Ocupando a fronteira cultural entre a Europa germânica e a Europa latina, a Bélgica é o lar de dois principais grupos linguísticos: os flamengos, falantes do holandês, e os valões, que falam francês, além de um pequeno grupo de pessoas que falam a língua alemã. As duas maiores regiões da Bélgica são a região de língua holandesa de Flandres, no norte, com 59% da população e a região francófona da Valónia, no sul, habitada por 31% dos belgas. A Região de Bruxelas, oficialmente bilíngue, é um enclave de maioria francófona na Região flamenga e tem 10% da população.[4] Uma pequena comunidade de língua alemã existe no leste da Valónia.[5] A diversidade linguística da Bélgica e conflitos políticos e culturais são refletidos na história política e no complexo sistema de governo do país.[6][7]
O nome "Bélgica" é derivado de Gallia Belgica, uma província romana na parte setentrional da Gália, que era habitada pelos Belgae, uma mistura de povos Celtas e Germânicos.[8][9] Historicamente, Bélgica, Holanda e Luxemburgo eram conhecidos como os Países Baixos, nome utilizado para designar uma área um pouco maior do que o atual grupo de países chamado Benelux. Do final da Idade Média até o século XVII, o país era um próspero centro de comércio e cultura. A partir do século XVI até a Revolução Belga em 1830, muitas batalhas entre as potências europeias foram travadas na área da atual Bélgica, fazendo com que o país fosse apelidado de "campo de batalha da Europa",[10] reputação reforçada pelas duas Guerras Mundiais. Após a sua independência, a Bélgica logo participou da Revolução Industrial[11][12] e, no final do século XIX, possuía várias colônias na África.[13] A segunda metade do século XX foi marcado pela ascensão de conflitos comunais entre os flamengos e os francófonos, alimentados por diferenças culturais e por uma evolução econômica assimétrica entre os Flandres e a Valónia. Estes conflitos, ainda ativos, têm causado profundas reformas do Estado unitário ex-belga para um estado federal.
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História
A Bélgica situa-se numa região habitada por tribos célticas e germânicas na época da conquista por Júlio César, em 50 a.C. Do século XVI ao XVIII, os belgas encontram-se sob domínio espanhol, quando, em 1815, o país é integrado nos Países Baixos, conquistando a sua independência. Durante a Primeira Guerra Mundial, tropas alemãs invadem o país. Em 1948, a Bélgica, os Países Baixos e o Luxemburgo formam o Benelux (België, Nederland e Luxemburg em Neerlandês), abolindo barreiras alfandegárias. A Bélgica torna-se membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) e participa da formação da Comunidade Europeia. Em 1960 concede independência ao Congo, sua antiga colónia. Reformas constitucionais estabelecem três comunidades - flamenga, valã e alemã - e três regiões - Flandres, Valónia e Bruxelas - com instituições autónomas. Mesmo assim, eclodem conflitos entre valões e flamengos em 1987. Actualmente a sua capital, Bruxelas, é a sede de algumas das instituições da União Europeia.
Geografia
A Bélgica tem uma área de 30.510 km², distribuídos por três regiões físicas principais: a planície costeira (localizada a noroeste), o planalto central e as elevações das Ardenas (situadas a sudeste).
A planície costeira consiste principalmente de dunas de areia e polders. Os polders são áreas de terra a uma altitude próxima de ou inferior ao nível do mar, e que foram ganhas ao mar, do qual estão protegidas por diques ou são, mais longe do litoral, campos drenados por meio de canais.
A segunda região física, o planalto central, fica mais no interior. É uma área pouco acidentada, cuja altitude sobe lentamente à medida que se afasta do litoral, com muitos vales férteis e irrigada por muitos cursos de água. Também pode-se encontrar aqui algum terreno mais acidentado, incluindo grutas e pequenas gargantas.
A terceira região física, as Ardenas, é um pouco mais acidentada que as outras duas. Trata-se de planalto densamente florestado, muito rochoso e não muito adequado para a agricultura, que se estende até ao nordeste da França. É aqui que a maior parte da vida selvagem da Bélgica pode ser encontrada. É nas Ardenas que está situado o ponto mais elevado da Bélgica: o Signal de Botrange, com apenas 694 metros de altura.
Os dois principais rios da Bélgica são o Escalda e o Mosa. Esses são fundamentais para tornar prósperas cidades como Tournai, Gante, Antuérpia, Bruges, Liège e Namur.
O clima é fresco, temperado e chuvoso: as temperaturas médias de verão são de 25 °C e de inverno de 7 °C. Os extremos anuais (atingidos raramente) são de -12 °C e 32 °C.
Demografia
A população cerca de 10,4 milhões (julho 2005, estimado) é dividida pelo idioma em dois grandes grupos: os valões (3,2 milhões), que falam francês, e os flamengos (6,2 milhões), cuja língua é um dialeto do holandês; há ainda 900 mil habitantes em Bruxelas e 70 mil germanófonos. Os dois grupos que convivem em paz, mas sempre no meio de delicados problemas de equilíbrio político e económico.
Para além de uma elevada densidade populacional, a Bélgica apresenta uma das mais elevadas taxas de urbanização da Europa e do mundo (cerca de 96,6). Alguns dados estatísticos:
- Taxa de crescimento pop.: 0,15 % (2005 est.).
- Expectativa de vida ao nascer: 78,6 anos
As principais religiões são o catolicismo e o protestantismo.
Política
A Bélgica é uma monarquia constitucional parlamentar. Possui um Primeiro-Ministro que perfaz o papel de chefe político do país, um parlamento nacional, e três parlamentos regionais. É uma nação que funciona plenamente nas leis do parlamento, tendo o rei só como uma figura simbólica, apesar dele ser o Chefe de Estado.
O país foi membro-fundador da União Europeia, em 1957.
Subdivisões
A Bélgica está subdividida em duas regiões, cada uma com cinco províncias, e uma terceira região, a Região de Bruxelas-Capital contendo a capital Bruxelas. Há ainda a divisão em comunidades linguísticas (neerlandesa, com instituições coincidentes com as da região flamenga; francesa, não se confundindo com a Valónia, e germanófona, no extremo leste dessa região). Aqui se encontram listadas por região, com as suas capitais:
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Comunidades:
██ Comunidade flamenga / Área linguística holandesa Comunidade Flamenga e Francesa / Área linguística bilíngue██ Comunidade Francesa / Área linguística francesa ██ Comunidade Germanófona / Área linguística alemã |
Regiões:
██ Região flamenga / Área linguística holandesa ██ Região Bruxelas-Capital / Área linguística bilíngue |
- Região de Flandres:
- Antuérpia (Antwerpen em neerlandês) - Antuérpia
- Brabante Flamengo (Vlaams Brabant) - Lovaina
- Flandres Ocidental (West-Vlaanderen) - Bruges
- Flandres Oriental (Oost-Vlaanderen) - Gante
- Limburgo (Limburg) - Hasselt
- Região da Valónia:
- Brabante Valão (Waals-Brabant) - Wavre
- Hainaut (Henegouwen em neerlandês) - Mons
- Liège (Luik) - Liège
- Luxemburgo (Luxemburg) - Arlon
- Namur (Namen) - Namur
Divisão linguística
A Bélgica é um país heterogêneo dividido em três línguas:
- Neerlandês, cuja variante local é conhecida como flamengo (Flandres, no norte);
- Francês (Valónia, no sul);
- Alemão (numa pequena região no leste do país).
Essa divisão linguística causa conflitos na Bélgica; em Flandres há actualmente um número importante de pessoas querendo se separar da Valónia, não só por motivos de diferença linguística, mas também por causa de incompatibilidade económica. Alguns querem um federalismo muito avançado, outros a independência e ainda outros querem se unir aos Países Baixos (Holanda).
Economia
A Bélgica goza de um dos melhores padrões de vida mundiais, como demonstram os indicadores da renda per capita, disponibilidade per capita de calorias ou de energia, de automóveis ou telefones e duração média da vida.
As principais indústrias da Bélgica são as seguintes:
- Metalurgia
- Químicos (Remédios)
- Eletrônicos
- Têxteis (Roupas e Sapatos)
- Vidros
- Chocolates
- Diamantes
- Móveis
- Agricultura (Uvas, ameixas, morangos, aspargos)
Cultura
A Bélgica tem uma cultura muito rica em museus, prédios históricos e arte. Uma vez por ano tem um concurso de música chamado "Koningin Elisabeth Wedstrijd". Todos os anos um tipo de instrumento clássico é escolhido.
Durante o verão, há muitos festivais. Os mais conhecidos são: Werchter, Sfinks, Dour e Pukkelpop. Principalmente os jovens vão para dançar ao som das músicas das bandas famosas nacionais e internacionais, existem festivais para adultos, alternativo, com música do mundo inteiro, e outros.
E um diferencial é a cerveja belga, existem mais de 450 tipos de cerveja[carece de fontes]. As cervejas 'trapist' só existem na Bélgica e são fabricadas por monges, há também cerveja feita de cereja. Todo tipo tem o seu próprio copo.
Pontos turísticos
Os principais pontos turísticos da Bélgica são os seguintes:
- Walibi
- Bobbejaanland
- Bokrijk
- Atomium
- Palais du Cinquantenaire
- Manneken-pis
- Tapete de Flores
- Hotel de Villa
- Palais Royal (Palácio Real)
- O leão de Waterloo
- A estátua de Fonske
- O Museu das Armas em Liege
- As Ardenias (L'Ardenne,De Ardennen en The Ardennes)
- Todos os Castelos Belgas
- O Palácio da Justiça
- O carnaval de Binche
Gastronomia
A cozinha belga é influenciada pelas culinárias dos países vizinhos, como a da França (especialmente da região da Lorena) e a cozinha regional das regiões belgas Flandres e Valônia. Nas regiões costeiras é comum servir pratos com peixe e frutos-do-mar. Um dos pratos tradicionais é Moules Frites (mexilhões servidos com batatas fritas). Os belgas juram serem os seus inventores, servindo-as em abundância como lanches em pratos ou cones de papel cobertos de maionese ou um outro molho qualquer. Outro prato típico é Waterzooi, um guisado com peixe ou galinha. O médico e botânico flamengo Carolus Clusius jogou um papel importante na divulgação da batata na Bélgica; desde sua introdução, a batata faz parte da cozinha rústica típica do país. O chocolate belga é reconhecido pelo alto padrão de qualidade na produção. Outros doces, como Wafel, Spéculoos e Praline, não são menos populares. Depois da refeição principal e antes da sobremesa é comum servir um dos queijos típicos da Bélgica, como por exemplo o Limburger. A cerveja, com marcas como Kriek, Hoegaarden,Leffe,La Binchoise e Chimay reconhecidas mundialmente, valorizam ainda mais a cultura cervejeira do país.
Música
Atualmente a Bélgica, é um país que possui bandas para inúmeros géneros musicais. Existem vários artistas belgas reconhecidos internacionalmente e que usufruem de enorme sucesso.
Marioritariamente , o país e reconhecido por ter alguns dos maiores sucessos de música Dance e Eletrónica, o que também acontece com os seus vizinhos a Norte, os Países Baixos.
Os artistas mais internacionais da Bélgica são na maioria da região Flamenga, e isto explica-se, com o facto do mercado musical deste ser maior e mais aberto do que o Valão. Consultando a lista Ultratop 50, verifica-se que um hit número 1 na Flandres , raramente atinge a mesma posição na Valónia, por vezes ficando bem atrás.
O Ultratop 50 é o top oficial do país, que publica todas as Sextas-Feiras, os 50 Albums/Singles mais vendidos das duas Regiões do País.
As certificações na Bélgica são as seguintes:
- 5.000 cópias : Disco de Prata
- 10.000 cópias: Disco de Ouro
- 20.000 cópias: Disco de Platina
Eis alguns artistas belgas notáveis:
- Audrey Hepburn
- Jacques Brel
- Plastic Bertrand
- dEUS
- Kate Ryan
- Lara Fabian
- K's Choice
- Jean-Claude van Damme
- Lasgo
- Milk Inc.
- Ian Van Dahl/AnnaGrace
- Sylver
- Jessy De Smet
- Technotronic
- Junior Jack
- Dana Winner
- Brian Molko ,Vocalista da banda Placebo
- Vive la Fête
Desporto
Na Bélgica, praticam-se as seguintes modalidades desportivas:
- Futebol
- Ciclismo
- Desporto equestre
- Ténis
- Motocross
- Triatlo
- Golfe e minigolfe
- Natação
- Basquete
- Canoagem
- Escalada
- Rugby
| Data | Nome em português | Nome local | Observações |
|---|---|---|---|
| 6 de dezembro | Dia de São Nicolau | Sinterklaas Saint-Nicolas |
Referências
- ↑ Portal da Língua Portuguesa - Dicionário de Gentílicos e Topónimos
- ↑ PNUD, http://www.pnud.org.br/pobreza_desigualdade/reportagens/index.php?id01=3324&lay=pde, 05 de Outubro de 2009
- ↑ Footnote: Belgium is also a member of, or affiliated to, many international organizations, including ACCT, AfDB, AsDB, Australia Group, Benelux, BIS, CCC, CE, CERN, EAPC, EBRD, EIB, EMU, ESA, EU, FAO, G-10, IAEA, IBRD, ICAO, ICC, ICRM, IDA, IDB, IEA, IFAD, IFC, IFRCS, IHO, ILO, IMF, IMO, IMSO, Intelsat, Interpol, IOC, IOM, ISO, ITU, MONUC (observers), NATO, NEA, NSG, OAS (observer), OECD, OPCW, OSCE, PCA, UN, UNCTAD, UNECE, UNESCO, UNHCR, UNIDO, UNMIK, UNMOGIP, UNRWA, UNTSO, UPU, WADB (non-regional), WEU, WHO, WIPO, WMO, WTrO, ZC.
- ↑ Leclerc, Jacques, , membre associé du TLFQ (2007-01-18). Belgique • België • Belgien—Région de Bruxelles-Capitale • Brussels Hoofdstedelijk Gewest (em French). L'aménagement linguistique dans le monde. Host: Trésor de la langue française au Québec (TLFQ), Université Laval, Quebec. Página visitada em 2007-06-18. "C'est une région officiellement bilingue formant au centre du pays une enclave dans la province du Brabant flamand (Vlaams Brabant)"
* About Belgium. Belgian Federal Public Service (ministry) / Embassy of Belgium in the Republic of Korea. Página visitada em 2007-06-21. "the Brussels-Capital Region is an enclave of 162 km2 within the Flemish region."
* Flanders (administrative region). Microsoft Encarta Online Encyclopedia. Microsoft (2007). Arquivado do original em 2009-10-31. Página visitada em 2007-06-21. "The capital of Belgium, Brussels, is an enclave within Flanders."
* McMillan, Eric (October 1999). The FIT Invasions of Mons (PDF). Capital translator, Newsletter of the NCATA, Vol. 21, No. 7, p. 1. National Capital Area Chapter of the American Translators Association (NCATA). Página visitada em 2007-06-21. "The country is divided into three increasingly autonomous regions: Dutch-speaking Flanders in the north; mostly French-speaking Brussels in the center as an enclave within Flanders and French-speaking Wallonia in the south, including the German-speaking Cantons de l'Est)."
* Van de Walle, Steven, lecturer at University of Birmingham Institute of Local Government Studies, School of Public Policy. Language Facilities in the Brussels Periphery (PDF). KULeuven—Leuvens Universitair Dienstencentrum voor Informatica en Telematica. Arquivado do original em 2009-10-31. Página visitada em 2007-06-21. "Brussels is a kind of enclave within Flanders—it has no direct link with Wallonia." - ↑ The German-speaking Community. The German-speaking Community. Página visitada em 2007-05-05. The (original) version in German language (already) mentions 73,000 instead of 71,500 inhabitants.
- ↑ Morris, Chris (2005-05-13). Language dispute divides Belgium. BBC News. Página visitada em 2007-05-08.
- ↑ Petermann, Simon, Professor at the University of Liège, Wallonia, Belgium—at colloquium IXe Sommet de la francophonie—Initiatives 2001—Ethique et nouvelles technologies, session 6 Cultures et langues, la place des minorités, Bayreuth (2001-09-25). Langues majoritaires, langues minoritaires, dialectes et NTIC (em French). Página visitada em 2007-05-04.
- ↑ Bunson, Matthew. Encyclopedia of the Roman Empire. Hardcover 352pp ed. Facts on File, New York, 1994. p. 169.
- ↑ Footnote: The Celtic and/or Germanic influences on and origin(s) of the Belgae remains disputed. Further reading e.g. Witt, Constanze Maria (May 1997). Ethnic and Cultural Identity. Barbarians on the Greek Periphery?—Origins of Celtic Art. Institute for Advanced Technology in the Humanities, University of Virginia. Página visitada em 2007-06-06.
- ↑ Haß, Torsten, Head of the Fachhochschule (University of Applied Sciences) of Kehl Library, Kehl, Germany (2003-02-17). Rezention zu (Review of) Cook, Bernard: Belgium. A History ISBN 0-8204-5824-4 (em German). FH-Zeitung (journal of the Fachhochschule). Página visitada em 2007-05-24. "die Bezeichnung Belgiens als „the cockpit of Europe” (James Howell, 1640), die damals noch auf eine kriegerische Hahnenkampf-Arena hindeutete"[ligação inativa]—The book reviewer, Haß, attributes the expression in English to James Howell in 1640. Howell's original phrase "the cockpit of Christendom" became modified afterwards, as shown by:
Carmont, John. The Hydra No.1 New Series (November 1917)—Arras And Captain Satan. War Poets Collection. Napier University’s Business School. Página visitada em 2007-05-24.—and as such coined for Belgium:
Wood, James (1907). Nuttall Encyclopaedia of General Knowledge—Cockpit of Europe. Página visitada em 2007-05-24. "Cockpit of Europe, Belgium, as the scene of so many battles between the Powers of Europe." (See also The Nuttall Encyclopaedia) - ↑ Fitzmaurice, John, at the Secretariat-General of the European Commission, taught at the Université Libre de Bruxelles (1996). New Order? International models of peace and reconciliation—Diversity and civil society. Democratic Dialogue Northern Ireland's first think tank, Belfast, Northern Ireland, UK. Página visitada em 2007-08-12.
- ↑ Belgium country profile. EUbusiness, Richmond, UK (2006-08-27). Página visitada em 2007-08-12.
- ↑ Karl, Farah (text); Stoneking, James (course) (1999). Chapter 27. The Age of Imperialism (Section 2. The Partition of Africa) (PDF). World History II. Appomattox Regional Governor's School (History Department), Petersburg, VA, USA. Página visitada em 2007-08-16.[ligação inativa]
Ver também
Ligações externas
- Portal do Serviço Público Federal (em francês, neerlandês, alemão e inglês).
- Sobre a língua neerlandesa
- Nós Cá Fora: Portal da Comunidade Portuguesa na Bélgica
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