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Língua inglesa

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Inglês (English)
Pronúncia: /ˈɪŋglɪʃ/
Falado em: Inglaterra
Estados Unidos
Reino Unido
Canadá
Austrália
Nigéria
Irlanda
África do Sul
Nova Zelândia
Total de falantes: Primeira língua: 309–400 milhões
Segunda língua: 199–1,400 milhões[1][2]
Total: 500 milhões–1,8 bilhão[3][2]
Posição: 3a posição como língua nativa e 2a posição contando também os que a falam como 2a língua.
Família: Indo-europeia
 Germânica
  Germânica ocidental
   Ânglica
    Inglês
Escrita: Alfabeto latino
Estatuto oficial
Língua oficial de: 53 países
Nações Unidas
União Europeia
Comunidade das Nações
Conselho da Europa
OTAN
NAFTA
OEA
OCI
PIF
UKUSA
Regulado por: Sem regulamentação oficial
Códigos de língua
ISO 639-1: en
ISO 639-2: eng
ISO 639-3: eng
SIL: ENG
Anglospeak.svg
Países onde o inglês é a língua de facto em azul escuro; países onde é o inglês é a língua oficial, mas não é a língua de facto em azul claro. O inglês é também uma das línguas oficiais da União Europeia.

O inglês (English) é uma língua germânica ocidental que se desenvolveu na Inglaterra durante a era anglo-saxã. Como resultado da influência militar, econômica, científica, política e cultural do Império Britânico, durante os séculos XVIII, XIX e início do XX, e dos Estados Unidos desde meados do século XX,[4][5][6][7] o Inglês tornou-se a lingua franca, em muitas partes do mundo.[8][9] Ele é usado extensivamente como segunda língua e como língua oficial em países da Commonwealth e muitas organizações internacionais.

Historicamente, o inglês se originou de vários dialetos, agora denominados coletivamente de inglês arcaico ou antigo, que foram trazidos para a Grã-Bretanha pelos anglo-saxões no começo do século V, com influências da língua nórdica antiga trazida pelos invasores vikings.

Na época da conquista normanda, o inglês arcaico se desenvolveu para o inglês medieval, tomando muito do vocabulário e das convenções de ortografia da língua normanda (anglo-francês). A etimologia da palavra "English" é uma derivação da palavra englisc ou Engle do inglês arcaico do século XII, forma plural Angles ("dos, relativos a, ou característico da Inglaterra").[10]

O inglês moderno se desenvolveu com a Grande Mudança Vocálica, que começou na Inglaterra do século XV e continua a adotar palavras estrangeiras a partir de uma variedade de línguas, bem como inventar novas palavras. Um número significativo de palavras em inglês, especialmente palavras técnicas, foram construídos a partir de raízes do latim e do grego antigo.

Índice

História

Inglês antigo

O inglês antigo foi a forma do idioma utilizada durante a fase compreendida ente 450 d.C. e o final do século XI. Nela, os franco-normandos invadiram a Inglaterra, fazendo com que a língua da corte e da administração passasse a ser a língua francesa. Era composto por quatro dialetos: o nortúmbrio, o saxão ocidental, o kentiano e o mércio. Foi neste período ainda que a língua dos anglo-saxões primeiro recebeu palavras latinas, durante a ocupação romana.

No inglês antigo e médio a sílaba tônica estava sempre na raiz silábica das palavras derivadas. No inglês moderno, a sílaba tônica pode estar em quase qualquer sílaba de uma palavra.

O ramo germânico ocidental da família indo-europeia, ao qual o inglês pertence, também inclui o baixo alemão (Plattdeutsch), o neerlandês e o frisão. O inglês deriva de três dialetos baixo alemães falados pelos anglos, saxões e jutos, que emigraram da Dinamarca e do norte da Alemanha para se estabelecer na Inglaterra a partir da metade do século V em diante. Estes dialetos estavam caracterizados pela retenção das oclusivas surdas /p, t, k/ transformadas nas fricativas correspondentes em alto alemão /f, th, x/ e das oclusivas sonoras /b, d, g/ transformadas em /p, t, k/. Essas transformações podem ser vistas no seguinte exemplo:

Inglês médio

O inglês médio ou medieval se caracteriza pela fase compreendida entre o início do século XII até o fim do século XV. Nela, temos o reinado da Dinastia Tudor, quando o inglês perdeu muitas de suas flexões nominais e verbais, e muitas palavras francesas incorporaram-se ao léxico.

Inglês moderno

Inglês como primeiro idioma por país (Crystal 1997).

O inglês moderno se caracteriza pela fase compreendida do ano de 1475 d.C. até os dias atuais. Nela, houve a unificação da língua com base no dialeto da região londrina.

A transição do inglês médio ao moderno foi marcada por uma rigorosa evolução fonética na pronúncia das vogais, o que ocorreu entre os séculos XV e XVI. O linguista dinamarquês Otto Jespersen denominou tal mudança de Grande Mudança Vocálica, que se consistiu em alterar a articulação das vogais em relação às posições dos lábios e da língua, que no geral se elevou em um grau. Esta mudança transformou as 20 vogais que possuía o Inglês médio em 18 no Inglês moderno. A escrita permaneceu inalterada como consequência da aparição da imprensa. Até então o Inglês médio possuía uma escrita mais fonética; todas as consoantes se pronunciavam, enquanto que hoje algumas são mudas como o l em walking.

A partir de 1500 começa o período da expansão geográfica do Inglês; primeiro nas regiões vizinhas da Cornuália, Gales, Escócia e Irlanda, onde substitui quase completamente o céltico e nas ilhas Shetlands e Órcadas substitui a língua descendente do Norueguês Antigo chamada norn.

Distribuição geográfica

Ver artigos principais: Anglofonia e América Anglo-Saxônica.

Cerca de 375 milhões de pessoas falam inglês como sua primeira língua.[11] O inglês hoje é provavelmente a terceira maior língua em número de falantes nativos, depois do chinês mandarim e do espanhol.[12][13] No entanto, quando se combina nativos e não nativos é provavelmente a língua mais falada no mundo, embora eventualmente a segunda, ficando atrás de uma combinação dos idiomas chineses (dependendo ou não das distinções esses idiomas são classificados como "línguas" ou "dialetos").[14][15]

As estimativas que incluem falantes do inglês como segunda língua variam entre 470 milhões a mais de um bilhão, dependendo de como a alfabetização ou o domínio é definido e medido.[16][17] O professor de Linguística David Crystal calcula que os não-falantes já superam o número de falantes nativos em uma proporção de 3-1.[18]

Os países com maior população de falantes nativos de Inglês são, em ordem decrescente: Estados Unidos (215 milhões),[19] Reino Unido (61 milhões),[20] Canadá (18,2 milhões),[21] Austrália (15,5 milhões),[22] Nigéria (4 milhões),[23] Irlanda (3,8 milhões),[20] África do Sul (3,7 milhões),[24] e Nova Zelândia (3,6 milhões), conforme censo de 2006.[25]

As definições de mundo anglo-saxónico variam: Países em que o inglês é a primeira língua de uma grande parte da população está em azul. Outros países com adopção substancial do inglês estão a azul-claro.

Alfabeto inglês

O inglês é escrito no alfabeto latino, e sem nenhum carácter especial, exceto o trema em palavras tais como naïve, Noël e coöperation e em palavras estrangeiras, que podem ter diacríticos. Os nomes das letras, como são normalmente escritos, são os seguintes:

A B C D E F G H I J K L M
nome a bee cee dee e ef gee aitch i jay kay el em
pronúncia (IPA) /eɪ/ /bi/ /siː/ /diː/ /iː/ /εf/ /dʒi/ /eɪtʃ/ /aɪ/ /dʒeɪ/ /keɪ/ /εɫ/ /εm/
N O P Q R S T U V W X Y Z
nome en o pee cue ar ess tee u vee double-u ex wye zee (EUA) ou zed (R.U.)
pronúncia (IPA) /ɛn/ /oʊ/ /piː/ /kjuː/ /ɑr/ /ɛs/ /tiː/ /juː/ /viː/ /ˈdʌbəɫ juː/ /ɛks/ /waɪ/ /ziː/ ou /zed/

Fonologia

Vogais

AFI Descrição exemplo
monotongos
i/iː alta, anterior, não-arredondada bead
ɪ média alta, central anterior, não-arredondada bid
ɛ média baixa, anterior, não-arredondada bed
æ média baixa, anterior, não-arredondada bad
ɒ baixa, posterior, arredondada box ¹
ɔ/ɑ média baixa, posterior, arredondada pawed ²
ɑ/ɑː baixa, posterior, não-arredondada bra
ʊ média alta, central posterior good
u/uː alta, posterior, arredondada booed
ʌ/ɐ/ɘ média baixa, posterior, não-arredondada; média baixa, central bud
ɜː ou
ɝ
média baixa, central, não-arredondada ou
retroflexa
bird ³
ə média baixa, posterior, não-arredondada Rosa's 4
ɨ alta, central, não-arredondada roses 5
Ditongos
e(ɪ)/eɪ média alta, anterior, não-arredondada
alta, anterior não-arredondada
bayed 6
o(ʊ)/əʊ média alta, posterior, arredondada
média alta, central posterior
bode 6
baixa, anterior, não-arredondada
média alta, central anterior, não-arredondada
cry
baixa, anterior, não-arredondada
média alta, central posterior
bough
ɔɪ média baixa, posterior, arredondada
alta, anterior, não-arredondada
boy
ʊɚ/ʊə média alta, central posterior
média baixa, posterior, não arredondada
boor 9
ɛɚ/ɛə/eɚ média baixa, anterior, não-arredondada
média baixa, posterior, não arredondada
fair 10

Notas

São as vogais o que mais muda de uma região para outra. Onde os símbolos aparecem em pares, o primeiro corresponde ao sotaque padrão norte-americano, o segundo ao britânico.

  1. O inglês norte-americano não tem este som; palavras com este som são pronunciadas com /ɑ/ ou /ɔ/;
  2. Alguns dialetos norte americanos não têm esta vogal;
  3. A variante norte-americana deste som é uma vogal matizada de r;
  4. Muitos falantes do inglês norte-americano não distinguem entre estas duas vogais átonas. Pronunciam roses e Rosa's do mesmo jeito e o símbolo usado é este: /ə/;
  5. Este som é comumente transcrito /i/ ou /ɪ/;
  6. Os ditongos /eɪ/ e /oʊ/ são monotongalizados por muitos falantes do inglês padrão norte-americano, respectivamente, em: /eː/ e /oː/;
  7. A letra U pode representar tanto /u/ quanto /ju/. Na pronúncia inglesa, se /ju/ ocorren após /t/, /d/, /s/ ou /z/, isso normalmente provoca palatização e tais consoantes tornam-se, respectivamente, /ʨ/, /ʥ/, /ɕ/ e /ʑ/, como em tune, during, sugar, e azure. No inglês norte-americano, a palatização não acontece normalmente, a não se que /ju/ seja seguido de r, resultando que /(t, d,s, z) jur/ tornem-se, respectivamente, /tʃɚ/, /dʒɚ/, /ʃɚ/ and /ʒɚ/, como em nature, verdure, sure, e treasure;
  8. A quantidade tem um papel na fonética na maioria dos dialetos do inglês e é considerado traço distintivo em alguns deles, como no inglês australiano e no neozelandês. Em alguns dialetos dos inglês moderno, o inglês norte-americano padrão, por exemplo, há quantidade alofônica das vogais: as vogais são pronunciadas como longas alofônicas quando antes de consoantes sonoras no fim da sílaba;
  9. Este som apenas aparece em sotaques em que não há vogais matizadas de r. Em alguns sotaques, este som seria /ʊə/, /ɔ:/;
  10. Este som apenas aparece em sotaques em que não há vogais matizadas de r. Em alguns sotaques, o /ə/ é suprimido, ficando uma vogal longa /ɛ:/.

Consoantes

Este é o sistema de consoantes da língua inglesa, transcritos com os símbolos do Alfabeto Fonético Internacional (AFI).

  Bilabiais Labio-
dentais
Dentais Alveolares Palato-
alveolares
Palatais Velares Labio-
velares
Glotal
Nasais m     n     ŋ[cn 1]  
Plosivas p  b     t  d     k  ɡ  
Africadas         tʃ  dʒ[cn 2]      
Fricativas   f  v θ  ð[cn 3] s  z ʃ  ʒ[cn 2] ç[cn 4] x[cn 5] h
Vibrante simples       ɾ[cn 6]        
Aproximantes       ɹ[cn 2]   j   ʍ  w[cn 7]  
Lateral       l        

Notas

  1. A nasal velar [ŋ] é um alofone de /n/ em alguns sotaques do norte da Grã-bretanha, aparecendo apenas antes de /k/ e /g/. Em todos os outros dialetos, é um fonema separado, embora apareça apenas em fim de sílaba.
  2. a b c Os sons /ʃ/, /ʒ/, e /ɹ/ são labializados em alguns dialetos. A labialização nunca é contrastiva na posição inicial e, consequentemente, não é transcrita. A maioria dos falantes do inglês estadunidense e canadense pronuncia "r" (sempre rotizado) como /ɻ/, enquanto que o mesmo é pronunciado no inglês escocês e outros dialetos como vibrante múltipla alveolar.
  3. Em alguns dialetos, como o cockney, as interdentais /θ/ e /ð/ são usualmente misturadas com /f/ e /v/, e em outros, como o inglês vernáculo afro-americano, /ð/ é misturado com a dental /d/. Em algumas variedades irlandesas, /θ/ e /ð/ tornam-se as plosivas dentais correspondentes, que então contrastam com as plosivas alveolares.
  4. A fricativa palatal surda /ç/ é, na maioria dos sotaques, apenas um alofone de /h/ antes de /j/; por exemplo human /çjuːmən/. Contudo, em alguns sotaques (veja isto), o /j/ desaparece, mas a consoante inicial é a mesma.
  5. A fricativa velar surda /x/ é usada por falantes escoceses e galeses em palavras como loch /lɒx/ ou por alguns falantes em palavras emprestadas do alemão ou hebraico, como Bach /bax/ ou Chanukah /xanuka/. /x/ também ocorre no inglês sul-africano. Em alguns dialetos como o scouse (de Liverpool) tanto [x] quanto a africada [kx] podem ser usadas como alofones de /k/ em palavras como docker [dɒkxə]. A maioria dos falantes nativos tem grande dificuldade para pronunciar esse fonema corretamente quando aprendem outras línguas. A maioria usa os sons [k] e [h] no lugar.
  6. A vibrante simples alveolar [ɾ] é um alofone de /t/ e /d/ em sílabas átonas no inglês estadunidense, no canadense e no australiano.[26] Esse é o som das letras tt e dd nas palavras latter e ladder, que são homófonas para muitos falantes do inglês na América do Norte. Em alguns sotaques, como o inglês escocês e o indiano, ele substitui /ɹ/. É o mesmo som representado por um r simples do português.
  7. O w surdo [ʍ] é encontrado no inglês da Escócia e da Irlanda e em algumas variedades da Nova Zelândia, dos Estados Unidos e da Inglaterra. Na maioria dos outros dialetos, ele é misturado com /w/, e, em alguns dialetos escoceses, com /f/.


Gramática

A língua inglesa possui um sistema de inflexão muito simples, se comparado com a maioria das línguas indo-europeias. Não tem gênero gramatical, pois os adjetivos são invariáveis. Há entretanto, resquícios de flexão casual (o genitivo saxônico e pronomes oblíquos).

Os verbos regulares têm apenas 6 formas distintas, duas das quais não se usam mais.

Ex: love (forma básica), lovest (2ª pessoa singular do presente do indicativo ativo - obsoleta), loves ou loveth (3ª pessoa singular do presente do indicativo ativo - a segunda é obsoleta), loved (particípio passado e todas as pessoas menos a segunda singular do pretérito simples ativo), lovedst (2ª pessoa singular do pretérito simples ativo - obsoleta) e loving (particípio presente e gerúndio).

Não há formas passivas sintéticas, mas apenas três modos: indicativo, imperativo e subjuntivo, este raramente usado.

Outros artigos sobre gramática da língua inglesa

Vocabulário

Cores (Colours / Colors)

Numerais em inglês

Português zero um dois três quatro cinco seis sete oito nove dez
Inglês zero one two three four five six seven eight nine ten
pronúncia (IPA) /ziːroʊ/ /wʌn/ /tuː/ /θriː/ /fɔr/ /faɪv/ /sɪks/ /sɛvən/ /eɪt/ /naɪn/ /tɛn/

De 11 a 20:

onze - eleven
doze - twelve
treze - thirteen
quatorze - fourteen
quinze - fifteen
dezesseis - sixteen
dezessete - seventeen
dezoito - eighteen
dezenove - nineteen
vinte - twenty

As dezenas são sempre terminadas com "ty" (Exemplo: twenty (20), thirty (30), forty (40), fifty (50), etc).

As centenas são escritas na forma "NÚMERO hundred". Por exemplo:

cem - one hundred
duzentos - two hundred
trezentos - three hundred

Os milhares funcionam do mesmo modo que as centenas, apenas trocando "hundred" por "thousand". Por exemplo:

mil - one thousand
dois mil - two thousand
três mil - three thousand

Para escrever a casa dos milhões, devemos utilizar a palavra "million":

1 milhão - one million
2 milhões - two million
3 milhões - three million

Origem

Palavras de origem francesa

Devido à afluência das palavras de origem francesa a partir da invasão normanda em 1066, há em inglês pares de palavras usadas em contextos específicos e que correspondem a uma só nas línguas faladas em áreas próximas da Inglaterra. Notadamente, há, em inglês, uma palavra para designar o animal vivo (normalmente de origem anglo-saxã) e uma para a carne dele (normalmente, de origem francesa). Exemplo: ox (do anglo-saxão oxa), para designar o boi, e beef (do francês boef ou buef), para a carne de boi. Um outro exemplo é para festa de casamento e a instituição. A festa tem o nome de wedding, enquanto a instituição, marriage, que vem do francês marriage.[carece de fontes?]

Outros exemplos de palavras de origem francesa:


Referências

  1. see: Ethnologue (1984 estimate); The Triumph of English, The Economist, Dec. 20, 2001; Ethnologue (1999 estimate); 20,000 Teaching Jobs (em english). Oxford Seminars. Página visitada em 2007-02-18.;
  2. a b Lecture 7: World-Wide English. EHistLing. Página visitada em 2007-03-26.
  3. Ethnologue (1999 estimate);
  4. Ammon, pp. 2245–2247.
  5. Schneider, p. 1.
  6. Mazrui, p. 21.
  7. Howatt, pp. 127–133.
  8. Crystal, pp. 87–89.
  9. Wardhaugh, p. 60.
  10. [1]
  11. Curtis, Andy. Color, Race, And English Language Teaching: Shades of Meaning. 2006, page 192.
  12. Ethnologue, 1999
  13. CIA World Factbook, Field Listing — Languages (World).
  14. Languages of the World (Charts), Comrie (1998), Weber (1997), e o Summer Institute for Linguistics (SIL) 1999 Ethnologue Survey. Disponível em The World's Most Widely Spoken Languages
  15. Mair, Victor H. (1991). "What Is a Chinese "Dialect/Topolect"? Reflections on Some Key Sino-English Linguistic Terms" (PDF). Sino-Platonic Papers.
  16. English language. Columbia University Press (2005). Página visitada em 2007-03-26.
  17. 20,000 Teaching
  18. Crystal, David. English as a Global Language.  2nd.ed. Cambridge University Press, 2003. , citado em Power, Carla (7 March 2005). "Not the Queen's English". Newsweek.
  19. U.S. Census Bureau, Statistical Abstract of the United States: 2003, Section 1 Population (PDF) pp.59 pages. U.S. Census Bureau. Tabela 47 apresenta o valor de 214.809.000 para as pessoas a partir dos cinco anos de idade que falam exclusivamente inglês em casa. Com base na American Community Survey, esses resultados excluem aqueles que vivem em comunidades (tais como dormitórios universitários, instituições e casas do grupo), e por definição exclui falantes nativos de inglês que falam mais de uma língua em casa.
  20. a b The Cambridge Encyclopedia of the English Language, Second Edition, Crystal, David; Cambridge, UK: Cambridge University Press, [1995] (2003-08-03).
  21. Population by mother tongue and age groups, 2006 counts, for Canada, provinces and territories–20% sample data, Census 2006, Statistics Canada.
  22. Census Data from Australian Bureau of Statistics Língua principal falada em casa. A figura é o número de pessoas que somente falam inglês em casa.
  23. Figuras são os falantes do pidgin nigeriano, um pidgin ou crioulo baseado no inglês. Ihemere dá um intervalo de cerca de 3 a 5 milhões de falantes nativos, o ponto médio do intervalo é usado na tabela. Ihemere, Kelechukwu Uchechukwu. 2006. "A Basic Description and Analytic Treatment of Noun Clauses in Nigerian Pidgin." Nordic Journal of African Studies 15(3): 296–313.
  24. Census in Brief, page 15 (Table 2.5), 2001 Census, Statistics South Africa
  25. About people, Language spoken. Statistics New Zealand (2006 census). Página visitada em 2009-09-28. (links to Microsoft Excel files)
  26. Cox, Felicity (2006). "Australian English Pronunciation into the 21st century" (PDF). Prospect 21: 3–21.

Ver também

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